Entre a Arte e a Informação

Um chá com técnica e muito sabor!

Um design simples e uma nova abordagem que pretende destacar os sabores do chá e o seu processo de preparação.  Melia Tandonio, estudante de design gráfico na Art Center College of Design, criou a imagem e packaging da Teavana desenhando assim, nova técnica na forma como preparamos o nosso chá. Com este projecto, Melia procura facilitar o “processo lento de elaboração de chá” permitindo que as pessoas (mais ocupadas) possam saborear de um chá saudável de folhas soltas e desfrutar de toda a sua qualidade e sabores de forma instantânea.

Para um chá autêntico, cada embalagem explora uma técnica concebida para destacar as especificidades de cada chá, do seu sabor e benefícios. Um design clean e cuidado, onde a cor e a tipografia, desenham todos os sabores de cada chá e que permite ao consumidor identificá-los facilmente.

~ um chá com técnica e design ~

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Até perder a vista

Fundos nublados, cores temperamentais e um demiurge.

Dourado e preto, um ano de trabalho e uns quantos segredos profundos e umas quantas obras de arte, seu nome é OFFF UNMASKED e é o livro que assinala os 15 anos do prestigioso festival Barcelona’s OFFF. Não fosse este evento quase tão único como a própria cidade de Barcelona, o livro conta com colaborações e projetos de ilustrados e designers gráficos de renome. Abrir o livro é como que iniciar uma viagem. Nele somos levados a conhecer mundos paralelos, cheios de mistério, lendas e até rituais, onde o leitor é convidado a esmiuçar e a explorar cada um deles e descobrir a história por detrás do OFFF, os seus fundadores e os primeiros parceiros. Uma abordagem sobre o ethos deste evento que sempre levou os seus intervenientes a olhar para lá da criatividade. 

Entre outras colaborações, o Serial Cut, estúdio de design madrileno, foi convidado a criar alguns retratos sobre alguns  oradores que fizeram parte destes 15 anos de evento. Assim nascem os Demiurges – o projecto fotográfico onde sob fundos nublados emerge uma família de Demiurgos (palavra de origem grega que significa aquele que trabalha para o povo) .

Cada retrato é representado o contraste entre uma personagem e um objecto amarelo, o único relação e elo comum entre eles, e quatro cores temperamentais como base. Cada Demiurgo figura um orador que já partilhou o seu conhecimento no evento,. Um sinal claro de que menos é mais, e que Bartholot soube artistica e elegantemente fotografar. Uma representação que pode parecer “pobre” mas visualmente é um resultado que dá para “namorar” por um bom tempo ainda. 

Desenvolvido pelo estúdio de design de Barcelona Vasava, este livro foi distribuido gratuitamente a todos os participantes na 15º edição do OFFF, como uma lembrança pelo aniversário e história deste grande evento.

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~ um evento, um livro e chá demiurgo ~

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Até perder a vista

E se a comida se transformasse?

A laranja poder transformar-se numa bicicleta, um pepino numa máquina fotográfica, uma noz num frango ou um ovo estrelado em Homer Simpson. Sim, isso mesmo, como seria se isso tudo fosse possível? O romeno Dan Cretu mostra-nos tudo.

O Designer conceitual e fotógrafo trabalha todo o tipo de frutas e vegetais para criar peças que não vemos em mais lugar nenhum se não na nossa imaginação. É que todas as imagens que vemos de Dan são o resultado de uma criatividade e imaginação muito muito fértil. Dan brinca, literalmente, com comida e consegue mostrar-nos pimentos que viram tubos de tinta, fitas cassete de salame, sapatilhas com cascas de laranja, e muito mais. Mas não é só a comida que vira arte nas mãos de Dan, uma cassete de vídeo também pode tornar-se nuns óculos do futuro, um teclado de computador duma tablete de chocolate. Enfim tudo é possível.

Dan utiliza 3 a 4 horas para cada montagem e fotografia. Não pode ser mais tempo ou corre o risco de perder a cor e vivacidade das formas, porque a matéria-prima desidrata muito rapidamente.

Delicie-se com toda esta criatividade.

Veja mais:

Dan Cretu Facebook

Dan Cretu Tumblr

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Coisas de RP, Entre a Arte e a Informação

Aquela imagem já era!

Pouco a pouco, as pessoas vão percebendo o que é isso de design, qual a sua finalidade, a importância, a presença dele que, queiramos ou não, está em praticamente tudo o lado, no que vemos, no que fazemos. E o design ganha, então, o seu lugar.

No entanto, existem vários sectores de negócio em que além do design não ser um factor prioritário, parece estar estandardizado, como que tentar algo diferente seria totalmente descabido e fora desse modelo à muito concebido, e que não acompanhou mudança ou os novos tempos. Mas, e para bem de todos, é uma regra que muitos têm vindo a quebrar. É o caso da Era – imobiliária, que recentemente renovou a sua imagem e comunicação.

Todas as empresas e negócios no ramo do arrendamento apresentam-se visualmente muito semelhantes entre si, parecem obedecer a um modelo, por sinal pouco atractivo e funcional. Se estivermos atentos, vemos mesmo que o logótipo são o único elemento diferenciador, mas que mesmo em termos cromáticos encontramos semelhanças.

A Era aposta agora numa nova imagem, um rebranding que passa pelo logótipo e pela sua plataforma web que a meu ver torna-se o mais relevante nesta nova comunicação. O que antes parecia pouco atractivo e pouco com uma apresentação pouco criativa é agora mais agradável ao olhar, e parece que arrendar casa afinal não é um bicho de sete cabeças.

Neste sentido, penso que a imagem actual soma pontos quer enquanto projecto de design, e sobretudo, enquanto projecto de design no sector.

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@ Isabel Cunha

Aliado ao novo design diferenciador vemos uma comunicação única que distingue facilmente a Era das demais.

A aproximação do público é notória, bem como a chamada de atenção para simplificação de processos.

Arrendar, vender e comprar a casa perfeita para cada um de nós é a missão. Os Agentes Era são, segundo a empresa, máquinas no que toca ao arrendamento e venda de casa. Cada um deles é especializado em um assunto do ramo imobiliário, o que torna a Era na melhor solução global quando se trata de arrendar/vender/comprar casa.

A intenção de mostrar segurança e confiança, com a alusão aos conhecidos filmes 007 e Missão Impossível, tornam a Era numa possível líder de mercado para o Ano 2016.

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A renovada comunicação no Facebook também veio dar à marca o toque de frescura que já precisava à algum tempo.

A Era não se limita a mostrar casas e a promover o arrendamento/venda (como a maioria dos seus concorrentes), mas preocupa-se em construir uma relação de confiança com os seus seguidores.
 
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Caso o serviço de venda acompanhe o carácter personalizado e vencedor da comunicação, esta será uma aposta ganha para esta marca.

@ Teresa Caeiro

~ ERA – Missão casa nova

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Até perder a vista

Chovem sardinhas!

Já “chovem” as sardinhas de 2015! Estes são os 5 peixes vencedores do concurso das Festas de Lisboa deste ano, promovido entre novembro e dezembro de 2014 pela Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) da câmara de Lisboa! Em Junho a cidade ganha vida com estas novas ilustrações conseguidas por três portugueses, uma italiana e um francês. 

As Festas de Lisboa realizam-se em Junho e têm vindo a dinamizar a vida nos bairros típicos da Capital com concertos, marchas e diversas atividades culturais.

Há 12 anos que a sardinha é a imagem principal das celebrações lisboetas e tem dado muitos frutos à imaginação de milhares de criativos nos últimos cinco anos em que se realizou o concurso. Este ano foram recebidas perto de cinco mil participações com participantes oriundos de mais de 50 países. 

O lema do concurso era “A minha vida dava uma sardinha”, tendo os participantes que dar asas à imaginação sobre uma silhueta de sardinha, de forma criativa, fazendo alusão a algo que espelhasse a cidade de Lisboa e os seus costumes.

Foram vencedoras, uma sardinha nadadora-salvadora da italiana Marta Sorte, uma sardinha Santo António do fogareiro por Alberto Faria, um vendedor de “Mines” por Rui Fazenda, um pescador do francês Martin Jarrie, e ainda Vasco Santana a pedir lume a um candeeiro, de Delfim Ruas.

Segundo a TVI 24, a EGEAC vai ainda selecionar outras sardinhas concorrentes, “propostas não-vencedoras, mas igualmente excecionais”, para serem apresentadas numa exposição no espaço da Fundação Millennium BCP.

A apresentação em vídeo foi criada pela ilustradora Catarina Sobral, que animou todos os peixes vencedores com a música de Deolinda. 

Falta ainda dizer que cada sardinha valeu um prémio monetário de dois mil euros aos vencedores.

Em breve a cidade de Lisboa vai se encher ainda mais de cor e criatividade com sardinhas para todos os gostos. Esta é uma forma diferente de ver a cidade, que demonstra o espírito e os costumes vividos da mesma através do design e da ilustração, cativando lisboetas e visitantes a sentir a vida dentro de uma sardinha. 

~Um chá e uma sardinha?~

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