WHAT'S UP

Procura a tua felicidade

O estado de felicidade é passageiro, é algo medível ao segundo. É um sentimento único que atingi todos aqueles que estão dispostos a recebê-lo.

O estado de felicidade é subjectivo e sente-se nas mais pequenas coisas. Uma flor, um sol abrasador, a gargalhada de um amigo ou simplesmente um beijo doce e ternurento da nossa mãe. A felicidade é estar disposto a receber aquilo que há de melhor no mundo. É um misto de afectos que penetra a nossa pele e dispara a nossa pressão sanguínea num lançamento único de adrenalina e atrevimento.

Sim, ser feliz é ser atrevido, é procurar aquilo que nos faz bem e deixar para lá o que nos faz mal. É sentir o momento e as pessoas que fazem parte dele.

Procurar a felicidade é a missão de todos nós, a diferença é que uns levam esta missão mais a sério que os outros. Alguns, apenas passam por ela tão alheados por coisas banais que nem se apercebem que já chegaram à meta. Outros, nunca chegam à meta com medo do que possa estar depois dela…

Nada sou, mas uma certeza tenho: vou ao fim do mundo só para encontrar a minha felicidade, nem que esta dure apenas um efémero segundo. A jornada e o momento valerão sempre a pena…

08

 

~ Segue o teu rumo, sente a tua felicidade ~

Standard
WHAT'S UP

Sagres: 1 milhão de visualizações com “Sai da toca, Zé!”

Já aqui à algum tempo tínhamos falado da luta entre a Sagres e Super Bock pela amizade dos portugueses.

Esta luta continua, mas desta vez, temos que congratular a Sagres pelo videoclip “Desliga a máquina, Zé” levado a cabo pelos humoristas Salvador Martinha e César Mourão, num videoclip pensado pela BAR e realizado pela Krypton.

Este video alcançou recentemente mais de um milhão de visualizações no meio digital, em plataformas como o Youtube e Facebook.

Numa campanha com o objectivo de desafiar todos os portugueses a conviver “À portuguesa” entre amigos este Verão, os 2 humoristas, dão à Sagres um toque de “boa vibe” com muita boa-disposição.

Vale apena ver este video, pois é mais que um anuncio a uma cerveja. É um momento de humor e diversão. Ah e já agora, vejam descobram com o que rima a palavra “milagres”… :)

~ Verão & Amizade ~

Standard
WHAT'S UP

Um país onde o “M” é de Masculino e não de mulher…

Estamos em pleno Século XXI e a igualdade de sexos ainda não existe. Parece até que parámos no tempo e continuamos a difundir uma mensagem de igualdade na rua, mas chegamos a casa, a porta fecha, e o espectáculo é exactamente o mesmo. A mulher na cozinha, no meio de panelas e biberons para alimentar os filhos e o marido.

Não quero ser hipócrita e sexista ao ponto de afirmar que os homens não ajudam em casa. É verdade que já existem muitos homens (os mais evoluídos) que perceberam que precisam de ajudar e comprometem-se com estas tarefas tal como as mulheres sempre fizeram.

No entanto, mesmo sabendo da existência destes homens, deparamos-mos com estudos do INE, como o que foi divulgado à cerca do último trimestre em Portugal, onde percebemos que nada mudou e que, em média, as mulheres ganham menos 142€ que os homens.

A história entristece e ridiculariza-se quando olhamos para os órgãos estatais, como por exemplo, as Forças Armadas. Aqui a diferença salarial entre homens e mulheres é e 43% a favor deles, claro! Podemos tomar, ainda, o exemplo do grupo profissional mais bem pago da economia “representantes do poder legislativo e de órgãos executivos, dirigentes, directores e gestores executivos”, neste grupo, os homens ganham 1.595€ em média; as mulheres 1.406€. A discrepância chega a 13%.

Mas não acaba por aqui, no que diz respeito a médicos e professores, eles ganham em média 1.393€, e elas apenas 1.203€. A dispersão atinge aqui 16% a favor dos homens. A escala continua sempre na mesma direcção: mais remuneração para os homens e menos para as mulheres. Para além disso, quanto mais qualificadas ou bem pagas são as profissões, menos ganham face a eles.

Os números dizem tudo, mas o que realmente é relevante são as razões. O facto da maioria das mulheres ter dois empregos, o emprego onde é remunerada a baixo dos homens e o trabalho doméstico que lhe compete depois de um longo dia de escritório. A gravidez, as doenças dos filhos, as actividades extra curriculares das crianças, a limpeza da casa e o jantar do marido são, em muitas casas portuguesas, tarefa da mulher.

Esta vida desenfreada é a causa para os atrasos na evolução da carreira da mulher, o atraso na formação, a falta de auto-estima e, principalmente, a falta de confiança no seu trabalho. Apesar da maioria das mulheres possuir objectivos profissionais, existe sempre uma dedicação primordial à família e ao lar.

É por tudo isto que ser mulher é ser única, é ultrapassar limites, é reconhecer o que é importante, é fazer sacrifícios, é acreditar no amor, é viver a vida a pensar nos outros, é ser profissional em casa e no emprego…

Esta vida dupla e multifacetada faz-nos esquecer o amor-próprio e de lutar por aquilo que temos direito.
09

~ As mulheres são um ser único que merece igualdade a todos os níveis ~

Standard
WHAT'S UP

A miúda Portuguesa no UK – parte II

Foi no dia 28 de Maio de 2015 que embarquei nesta aventura. Já lá vão quase 3 meses, 1 viagem a Portugal e 1 post sobre o assunto no headshake.

Esta tem sido uma grande mudança na minha vida. A adaptação à cultura, à língua, à comida e aos métodos de trabalho. Apesar de ser um país da Europa e tão pertinho de Portugal (2 horas de avião não é nada!) é tudo tão diferente…

As saídas à noite começam e acabam cedo. Ás 21h os ingleses festivaleiros já beberem o suficiente para deitar tudo fora. Á 1h da manhã é o ponto alto da noite e por volta das 4h fechou “o circo” e vai tudo para casa. O beber com moderação não existe.

A extrema falta de bom gosto dos ingleses para colocar música nas discotecas surpreendeu-me. A música que ouvimos já está ultrapassada desde que deixei o secundário e a constante interrupção de uma música aos 30 segundos para colocar, logo de seguida, uma outra que não tem nada a ver com a anterior, devia ser proibida!

A parte boa é espírito vivido pela comunidade portuguesa, somos cada vez mais. O meu círculo de contactos (que ainda se resume a, pouco mais, que os meus colegas de trabalho) faz-se sentir que tenho sorte. Começo a fazer bons amigos nestas terras de sua Majestade, sinto-os como uma família adoptiva que me ampara numa fase de adaptação difícil e que pode tornar-se muito solitária…

As festas e convívios semanais organizadas pelos portugueses transportam-me para os tempos de Universidade onde todas as desculpas eram motivo para uma festa ou apenas para um “ajuntamento” em casa de alguém.

No fundo, são as pessoas que tornam um sitio especial e por isso posso dizer que o UK está a começar a tornar-se na minha casa!

 

~ A miúda portuguesa começa a criar raízes… ~

Standard
WHAT'S UP

Uma Coca-cola despida de preconceitos!

Cada vez mais um assunto frequente nos dias de hoje, a Coca-cola entra no espírito e despe-se de preconceitos. A propósito do Ramadão, ritual islâmico em que os muçulmanos ficam de jejum durante um período, a agência FP7 do Emirados Árabes Unidos desenvolveu uma campanha ousada para transmitir uma mensagem, inspirar as pessoas.

Para tal, a Coca-cola abdicou dos seus rótulos informativos das suas latas e optou por uma mensagem “Rótulos são para as latas, não para as pessoas”. A ideia é precisa e literalmente essa, mostrar às pessoas que somos todos iguais, a religião ou os nossos costumes não fazem de nós menos pessoas. Uma acção que veio para combater estereótipos e preconceitos, mostrando que se subtrairmos certas “marcas” como a religião, somos todos iguais.

A campanha irreverente “Retirar rótulos neste Ramadão” veio com todas as letras dar um passo à frente e quebrar com (pre)conceitos e que mesmo sem ter a sua marca estampada, não perde a sua real identidade e não deixa de ser Coca-cola.


Além desta campanha, a Coca-cola lançou um vídeo onde, numa sala escura, grupo de homens tenta adivinhar o aspecto de cada um dos presentes. Mas quando as luzes são ligadas, todos são surpreendidos!

Uma mensagem que ganhou impacto e posicionamento nas redes sociais e que também será levada a alguns eventos, onde a marca pretende distribuir exclusivamente estas latas que embora tão despidas são tão expressivas.

~ um chá e uma coca-cola despida ~

@Teresa Caeiro & Isabel Cunha

 

Standard
WHAT'S UP

A homossexualidade é trendy e vende!

Todas as décadas existem ícones, acontecimentos e assuntos polémicos para a Opinião Pública. São os tais tópicos que ou se ama ou se odeia.

Muitas vezes a irreverência e a rebeldia tornam as marcas “cool”, afinal a razão por escolhermos uma marca em vez da outra é pela identificação com a sua personalidade.

Neste sentido, as grandes marcas do mundo e as mais atrevidas sabem trabalhar estes temas e torna-nos numa máquina de venda.

Em 2015 temos a homossexualidade com tema quente e que passou de tabu a cool e irreverente. Numa altura em que já percebemos que todas as formas de amor são boas e devem ser vividas, as marcas aproveitam para sair do armário e mostrar a sua posição na defesa da igualdade no amor.

Assim sendo, inúmeras marcas procuram mostrar que esta opção sexual também se enquadra nos seus valores e que apoiam todas as formas de amar. O Boticário, o McDonald’s, a Motorola, Gap, Banana Republic, Cheerios, The Knot e a Coca-Cola, são algumas das marcas que têm apostado neste tema para sua comunicação.

No entanto, parece-me pertinente salientar uma marca que, apesar dos seus 178 anos de existência, mostra frescura e actualidade com um rebranding que assenta neste mesmo assunto. A Tifany & CO, prova que, os seus 178 anos de existência, apenas lhe deram experiência para abrir os seus horizontes e aceitar todos como eles são.

Esta marca elitista encontra, aqui, um mercado lucrativo e que ao mesmo tempo transmite uma imagem positiva e de juventude.

tiffany-will-youImagem da campanha “Will you?” da Tiffany & CO com dois homens que são um casal.

~ Se é amor, é bom ~

Standard
WHAT'S UP

Será que o Facebook nos vai dar música?

Temos ouvido uns rumores de que o Facebook se prepara para entrar no mundo dos streams de musica. Segundo a Revista Marketeer, têm-se sucedido as reuniões com as grandes editoras discográficas, como a Sony, a Universal e a Warner.

Ouvir música é um dos hobbies favoritos da humanidade e no qual despendem grande parte do tempo do seu dia-a-dia.

Esta é mais uma prova da ambição do Facebook em estar presente em todos os momentos da nossa vida.

Se repararmos, o Facebook é a Rede Social mais visitada de sempre. Por lá telefonamos, enviamos mensagem, mostramos a nossa vida e vemos a vida dos nossos amigos. Jogamos jogos, comunicamos os nossos negócios e vendemos os nossos serviços/produtos. Nesta lógica o que falta? Só mesmo um stream de música e quiçá uma entrega de pizzas…

 

~ O Facebook já nos dá música há muito tempo… ~

Standard
WHAT'S UP

Desculpem, mas Promotores não são Relações Públicas!

Aqui no headshake gostamos de tratar as coisas pelos nomes e de colocar os pontos nos “is”! Somos fascinadas pela comunicação, mas a vertente que nos tira o ar e faz borboletas são as Relações Públicas.

Só o título deste post poderá dar aso a muita discussão, sem ser preciso escrever uma linha. No entanto, queremos deixar a nossa visão sobre este tema, que é exactamente esta: promotores não são Relações Públicas. E aqui, entenda-se promotores como as pessoas que são consideradas Relações Públicas da noite, as pessoas que oferecem pulseiras para entrada gratuita em bares e/ou discotecas e que ganham a vida a colocar mais clientes dentro destes estabelecimentos.

Se há coisa que nos faz comichão é ouvir que os concorrentes da Casa dos Segredos são Relações Públicas. Ai são? Estudaram 3 ou 5 anos para isso? Frequentaram algum curso de Comunicação Empresarial e/ou Relações Públicas? Com certeza que não! E depois ouvimos algumas pessoas perguntar “Mas para ser Relações Públicas é preciso tirar algum curso?”. Pois é, parece que sim! (Mas basta uma simples pesquisa no Google para perceber isso!) Mas vamos por partes.

Parte I: O que é a profissão de Relações Públicas?

Segundo Harlow (1976) “As Relações Públicas são uma função de gestão diferenciada, que ajuda a estabelecer e manter linhas mútuas de comunicação, entendimento, aceitação e cooperação entre a organização e seus públicos; envolve a gestão de problemas ou questões; ajuda a administração a manter-se informada e sensível à opinião pública; define e sublinha a responsabilidade da administração em atender o interesse público; ajuda a gestão a manter-se informada e a promover efectivamente a mudança; serve como um sistema de alerta precoce para ajudar a antecipar as tendências; e usa pesquisas e técnicas de comunicação éticas como suas principais ferramentas.”

Não me parece que os “RP” das discotecas desempenhem estas funções no seu dia-a-dia. Estes profissionais são, sim, muitas vezes contratos pelos Relações Públicas (os tais que andaram a queimar pestanas para saber desenvolver acções de comunicação planeadas e estruturadas) para promover os seus eventos/acções de comunicação.

Parte II: Quais são as responsabilidades de um Relações Públicas?

Segundo Tench, D’Artrey e Fawkes (em Tench e Yeomans, 2009) “O profissional de Relações Públicas deve ter competência para desenvolver as seguintes atividades: comunicação com os colaboradores internos, media relations, public affairs, relação com a comunidade e responsabilidade social corporativa, relação com os investidores, gestão de crise, organização e gestão de eventos, comunicação com outras organizações – Business to Business -, comunicação institucional e comunicação estratégica.”

Esmiuçando a coisa, as responsabilidades de um Relações Públicas passam muito mais por questões estratégicas, pelo que a promoção de festas e organização de eventos são apenas um meio para atingir o verdadeiro fim de uma estratégia de Relações Públicas.

Parte III: O Profissional de Relações Públicas.

Ao profissional de Relações Públicas são reconhecidas capacidades de pensamento estratégico, capacidades estas que têm também “uma função estratégica essencial na definição de estratégias competitivas e distintivas da organização” (cf. Raposo, 2009).

E é neste ponto que reside a chave desta diferença! Ao Relações Públicas são reconhecidas capacidades estratégicas, ou seja, de pensamento e funções estratégicas que são fundamentais para a competitividade e distinção de uma organização e, consequentemente, marca. Em contrapartida, ao promotor o que lhe é exigido? A operacionalização de algo já pensado por uma outra pessoa.

Não estamos com isto a desvalorizar a atividade de promotores, até porque as Relações Públicas necessitam destes profissionais para a execução da sua função, mas é necessário que todos aqueles se autodenominam de Relações Públicas tenham consciência que não o são.

pr

~ Um chá de Relações Públicas

@ Teresa Caeiro

@ Liliana Lopes

Standard
WHAT'S UP

FIFA 16 coloca as mulheres “In the game”

Como já aqui falei as mulheres estão, cada vez mais, a assumir um papel importante nas actividades e profissões, preconceituosamente, identificadas como masculinas.

Mais uma prova deste facto é o novo FIFA 16, em que torna possível jogar com equipas femininas. O FIFA joga de igual para igual entre homens e mulheres e coloca-as “In the game”.

Este é um dos videojogos com mais adeptos em todo o mundo. No PC ou em consolas de jogos, permite a todos os treinadores e jogadores de bancada tomarem as rédeas do jogo e entrarem nas suas equipas favoritas.

Esta é, mais uma vez, uma aposta certeira da gigante dos jogos virtuais EA Sports, pois as mulheres também vão ao estádio, gritam pelo seu clube e gostam de videojogos.
Não é ao caso que os grandes clubes de futebol portugueses têm levado a cabo várias campanhas direccionadas ao universo feminino, como é o caso do Sporting com a campanha do Dia da Mulher para a criação de um cachecol feminino.

Obrigada FIFA e, sim, as mulheres estão no jogo!

~ Womens, we are in the game ~

Standard
WHAT'S UP

O 1º Forum de Comunicação de Coimbra está a chegar

Faltam 5 dias para 1º Forum de Comunicação de Coimbra e estivemos à conversa com a Drª Teresa Jorge, responsável pela organização do evento e pelo Gabinete de Imagem e Relações Públicas do ISEC.

Quais os temas que serão abordados neste evento?

O Fórum abordará diversos temas da área da comunicação, nomeadamente Comunicação Social, Comunicação Organizacional, Responsabilidade Social, Marketing, Comunicação Interna, Recursos Humanos, Empreendedorismo, Publicidade, Assessoria e Consultadoria e tem como objetivos, alertar a comunidade para a importância da comunicação no mundo atual, dar a conhecer a experiência de vários profissionais, bem como elucidar os alunos do que realmente se faz em cada vertente.
Como surgiu a ideia de organizar o 1º Forum de Comunicação de Coimbra (1º FCC)?

A vontade de organizar o 1º FCC surgiu principalmente porque sou, há mais de 20 anos uma profissional formada na área de Comunicação e Relações Públicas. Por me aperceber (eu e outros profissionais das áreas acima referidas) que a sociedade, o mercado de trabalho e o cidadão comum, ainda não sabe muito bem quais são as competências e funções dos profissionais, com formação superior na área da comunicação e das áreas que dela surgiram.

Qual o principal objectivo do 1º FCC?

Interessa com este Fórum dar a conhecer aos estudantes e aos recém diplomados as áreas de trabalho e as oportunidades que existem no mundo da comunicação. Um profissional destas áreas, nunca se pode queixar de falta de trabalho. Somos versáteis e multifacetados. Devemos estar disponíveis para Aprender/Saber/Fazer!
Realizar este Fórum no ISEC, porquê?

Primeiro, porque é a instituição onde me orgulho de trabalhar; segundo, porque a Presidência do ISEC reconhece verdadeiramente o trabalho realizado pelos profissionais desta área e porque, apesar do ISEC ministrar cursos das áreas de Engenharia não deixa de ser uma Escola, como tal, o saber não ocupa lugar.

.
Obrigada Teresa Jorge, temos a certeza que o 1º FCC será um sucesso e lá estaremos para dar o nosso contributo.

 

Ainda vais a tempo de te inscrever:

A inscrição deve ser efectuada até ao dia 18 de Maio através do e-mail: girp@isec.pt

Podes saber mais aqui.

1_FCC_Cartaz

 

~Tomamos um chá em Coimbra? ~

Standard